É isso aí (ou não)


Sobre ratos

(do blog do Marião):

Os amigos falam sobre o Saco de Ratos em seus blogs:

"Terça feira fui ao show da banda Saco De Ratos Blues no The Wall, ali na 13 de Maio, praticamente ao lado da antiga sede de produção do filme Meninos de Kichute. Já tinha vistos alguns shows antes, mas este, em particular, tinha alguma coisa de especial. Eu tava num daqueles dias putos, me decidindo se cortava os pulsos ou começava militar na ong da lucinha araújo, antes que o pior acontecesse me mandei pro The Wall. Sentei-me proximo ao palco, ao lado das amigas Fernada Dumbra, Cris Couto e a Sra. Montenegro, mas em volta, pelo salão, em outras mesas estavam os velhos amigos de sempre, cada um fazendo o que sempre fez e nesta noite, olhar cada um deles, também me fez muito bem. O show começa bem PORRE EM IRERE, mas num dado momento o show começa a ficar intimista, o Marião começa a dichavar umas canções cujas letras vao aos poucos desconcertando, me fazendo desviar o olhar do palco, procurar fuga na lata vazia de energético. Nao é constrangimento, só uma timidez filha da puta que as vezes me impede de compartilhar determinados sentimentos. Saquei naquele dia que a arte ainda é a melhor maneira de dizer alguma coisa, qualquer coisa, nem que seja apenas: é, as coisas não são faceis, mas e daí, o que você sugere? O show da terça feira foi uma espécie de cartase pessoal que há muito tava pendurada, esperando a hora. Saí dali me sentindo vivo novamente. Pode ser que este post nao pareça muito claro, mas e daí? quem disse que seria?"

                                              (Márcio Américo)

"O Saco de Ratos, na verdade, não é uma banda. É uma quadrilha de assassinos. Eles trucidam os sons com a competência de assassinos de aluguel, de mercenários. Rick Vecchione, batera, é o esquartejador. Vai mantendo a pulsação como se estivesse destrinchando um cadáver. Pagoto é o estrangulador. Suas linhas de baixo prescindem de outros instrumentos. Bastam os dedos e as mãos pra acabar com o assunto. Os guitas Fábio Brum e Marcelo Watanabe são atiradores de elite. Carabinas, pistolas automáticas, metrancas, rifles, eles vão se revezando no fuzilamento dos inimigos, às vezes com tiros unidos e certeiros, às vezes com rajadas destruidoras. E Mario Bortolotto é o "capo" da família. É aquele que coordena as ações destes meliantes da música. Destila seu veneno pétala a pétala. Ta cantando muito e deixou de lado alguns exageros no modo de cantar. Ele tinha mania de esticar demais "esses" e "maneirismos" que tiravam a sinceridade de suas letras. Agora, não! Ele diz o que tem que dizer, com sentimento, fúria, mas deixa que a mensagem fale por si. E ele tem uma puta figura cheia de carisma no palco. É ou não é uma família de mafiosos? Don Bortolotone, meus respeitos."

                                                  (Paulão - Velhas Virgens)

"Saco de Ratos em casa nova. Agora é um bar, e isso faz toda a diferença. A banda está cada vez melhor, é o tal entrosamento. Esses caras são meus amigos, são meus irmãos e o rock'n'roll alivia. Agora um detalhe, como disse o Paulão, meu parceiro Fabio Brum não é desse planeta, a gente finge que ele é normal, mas o f.d.p. tocando guitarra é foda."

                                                                  (Pierre "Maléfico" Masato Porpeta)

"Pra quem já conhece, conhece, então essa banda dispensa apresentações. Mas pra quem está se deparando agora com os homi, saibam que estarão diante de um blues rock recheado de feeling, saibam que estarão diante de  letras sacadas de dentro do bolso daquele cara bêbado que pode perder a carteira e até o rumo de casa depois de boas e regadas doses de uísque, mas que jamais perderá seus poemas amarrotados lá dentro da alma. Saibam que estes poemas serão cantados por uma voz devidamente estragada, como um bom cantor de blues deve cantar, o Marião Bortolotto saca disso muito bem, a banda Saco de Ratos saca disso muito bem e os homi não são apenas uma banda de blues no palco, os homi são Vida Blues, os homi são: Mário Bortolotto, Fábio Brum, Watanabe, Pagotto e Rick Vechionne.

                                                                        (Ricardo Carlaccio)

 



Escrito por Fabinho às 05h28
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About her


"You may not be her first, her last, or her only. She loved before she may love again. But if she loves you now, what else matters? She’s not perfect - you aren’t either, and the two of you may never be perfect together but if she can make you laugh, cause you to think twice, and admit to being human and making mistakes, hold onto her and give her the most you can. She may not be thinking about you every second of the day, but she will give you a part of her that she knows you can break - her heart. So don’t hurt her, don’t change her, don’t analyze and don’t expect more than she can give. Smile when she makes you happy, let her know when she makes you mad, and miss her when she’s not there."

Bob Marley



Escrito por Fabinho às 07h40
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Terças de Ratos



Escrito por Fabinho às 07h33
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